quantas horas precisamos dormir?

 

A maioria das pessoas sabe que dormir bem é vital para não só para termos disposição no dia seguinte, mas para manter o funcionamento do organismo em dia. Mas, mesmo cientes da importância de ter um sono de qualidade, cada vez mais esse item tem sido colocado em segundo plano. Virar a noite, seja trabalhando, estudando ou festando, acabou se tornando algo sexy, como um novo sinônimo para a palavra sucesso. Quanto mais ocupada a agenda, mais produtividade, mais glamour e, consequentemente, menos sono.

 

Tem quem diga que é possível descansar o suficiente em menos tempo, ignorando qualquer conselho para passar mais tempo na cama. Outros admitem que estão cansados, mas a rotina agitada impede que durmam de forma satisfatória durante a semana, o que faz com que os ponteiros só sejam acertados no domingo, passando o dia todo na cama.

 

Mas, no fim, será que essa conta realmente fecha? Quantas horas de sono o nosso organismo precisa para se restabelecer e funcionar 100%? E será que tentar tirar o atraso no fim de semana realmente funciona? Vamos descobrir!

 

O SONO NA VIDA MODERNA

 

Meia-noite é chamada assim por, logicamente, ser a metade da noite. Mas para quem? Nessa hora, ainda estamos dando uma última olhada no portal de notícias, curtindo as fotos de amigos em uma rede social, checando o e-mail do trabalho, dando play em mais um episódio de uma série. Então esse nome vale ao pé da letra somente para nossos antepassados que adormeciam de duas a três horas após o sol se pôr.

 

Em países desenvolvidos, a maioria dos adultos têm menos 7 horas de sono por noite e ainda adotam um padrão monofásico, ou seja, dormem à noite e não complementam o descanso com um cochilo durante o dia. São muitos estímulos que fazem com que o momento de “desligar” seja adiado - estímulo da luz, café, bebidas energéticas - alterando ritmo circadiano na vida moderna.

 

Os efeitos, como já falamos por aqui, podem ser muito sérios. Câncer, diabetes, alzheimer, hipertensão, doenças cardiovasculares e até alterações no DNA podem ser desencadeadas pela privação do sono. Não à toa que o Phd e professor Matthew Walker, revelou em seu livro Why We Sleep que quanto mais curto o seu sono, mais curta a sua vida - quem dorme menos de 6 horas por noite está 200% mais propenso a ter um AVC.

 

Sabe-se que o sono é algo muito particular, então a necessidade de horas dormidas vai depender de indivíduo para indivíduo, de acordo com seu relógio biológico. O que acontece é que existe uma recomendação geral sobre a quantidade de horas que devemos passar dormindo, e ela muda de acordo com a idade.

 

AS MUDANÇAS NO SONO DURANTE A VIDA

 

Walker traz em seu livro algumas curiosidades sobre o sono em diferentes fases da vida. A começar quando estamos dentro do útero. É normal que mamães e papais vibrem a cada “chute” do bebê dentro da barriga. Conversa e música são usados como estímulo para que aquele pequeno serzinho se mexa.

 

Mas, talvez você não saiba, provavelmente ele não está fazendo toda essa festa lá dentro acordado. Isso porque, antes do nascimento, um bebê humano gasta quase todo seu tempo dormindo, em um estado bem semelhante ao sono REM, passando apenas de duas a três horas desperto. Diferente dos adultos, que têm um mecanismo que paralisa o corpo e evita que você se mexa enquanto dorme, o feto ainda está construindo esse sistema de inibição muscular. E, justamente por isso, eles ainda não conseguem controlar o movimento frenético que fazem ainda no ventre.

 

Depois de chegarem ao mundo, os chutes são substituídos por algumas horas de choro, os pais bem sabem. E isso tudo tem explicação. Além do fato de terem mudado totalmente de ambiente, os recém-nascidos não têm um sono apenas como os adultos. Muito pelo contrário: são muitos pequenos trechos de sono durante o dia e a noite. Com o tempo, o ritmo circadiano vai se ajustando e, perto do primeiro ano, a criança já passará a ficar mais horas acordada durante o dia e dormindo durante a noite.


Com 4 anos, provavelmente ela já dormirá uma noite completa e terá apenas um cochilo durante o dia - chamado sono bifásico - para mais tarde finalmente alcançar o sono monofásico, que tende a ir reduzindo durante os anos. Na adolescência, quando o corpo ainda está em desenvolvimento, a necessidade de sono ainda é bem elevada, de até 11 horas por dia. Chegando à vida adulta, tem-se uma redução significativa, que vai caindo até que fica em torno de 7 horas quando idoso, que no geral dormem e acordam muito cedo.

 

E quer saber de onde vem o número oito, tão pregado a nós adultos? Segundo especialistas, nosso corpo geralmente precisa de 7 horas e meia até 8 horas e meia de descanso para se restabelecer, e é daí que surgiu essa recomendação. Mas, claro, é importante lembrar que cada um tem necessidades específicas. Para saber melhor qual o seu tempo, uma dica interessante é observar como está ao acordar. Ainda está cansado? Tem dificuldade de concentração e memória? Então é bom tentar antecipar a hora de ir para a cama.

 

Outra forma bem interessante de tentar entender melhor o próprio relógio biológico é tentar fazer um teste durante as férias, quando não se tem uma agenda cheia de compromissos para preocupá-lo. Durma no horário de costume e, no dia seguinte, repare que horas despertou. Sem fatores externos que, literalmente, tiram seu sono, você descobrirá a quantidade de horas de descanso que precisa.

 

E O FIM DE SEMANA?

 

Está acumulando horas negativas na cama da semana inteira para tirar o atraso no fim de semana? Saiba que a conta não é tão simples assim. Um experimento realizado na Universidade da Califórnia fez com que um grupo que estava sendo estudado pudesse dormir o quanto queriam depois de terem passado por um período de sono reduzido. Foram três dias para acordar quando quisessem.

 

Depois de três dias, a capacidade cognitiva, que estava prejudicada, acabou aumentando um pouco, mas ainda não estava como no início da pesquisa, quando todos estavam dormindo bem. Ou seja, não é possível readequar o corpo em um final de semana apenas, pois ele compensação só irá ter efeito a longo prazo.

 

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Além de saber da importância do sono para a saúde em geral, você já descobriu que a quantidade de horas muda de acordo com a idade e também com características de cada pessoa. Mas uma coisa nunca muda: para dormir bem, um colchão de qualidade é essencial. Está precisando trocar o seu para começar a redefinir a relação com o sono? Então temos uma outra dica: Zissou.

 

 

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